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Câncer de Intestino: 8 sintomas que nunca devem ser ignorados

Os casos precoces podem começar como pólipos não cancerígenos e não costumam apresentar sintomas, mas podem ser detectados por exames.

O câncer de intestino, podendo ser conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal é considerado o 3° tipo de câncer mais comum na população brasileira, sendo que o câncer de mama nas mulheres o primeiro. São diagnosticados cerca de 41 mil novos casos por ano no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

O desenvolvimento da doença está relacionado na maioria dos casos ao estilo de vida e é mais comum em pessoas com idade acima de 50 anos. De acordo os dados do Ministério da Saúde, a grande parte dos casos de câncer de intestino estão relacionados ao sedentarismo, consumo em excesso de bebidas alcoólicas, alimentação contendo alto teor de gordura, baixo consumo de fibras, verduras e frutas.

Os sintomas mais comuns são:

  • Alterações intestinais (prisão de ventre ou diarreia);
  • Redução de peso sem motivo aparente;
  • Aparecimento de sangue nas fezes;
  • Desconforto ou dores abdominais como cólicas ou gases;
  • Sinais de cansaço, fraqueza e anemia.
  • Úlcera gástrica, verminose, hemorroidas, entre outras.

Ao perceber os sintomas, é recomendável buscar orientação médica. Os profissionais de saúde, proctologista ou o gastroenterologista são responsáveis pela realização do diagnóstico e recomendar o tratamento para a doença.

Diagnóstico

Através de exames de sangue oculto nas fezes e colonoscopia, podem ajudar e avaliar o tipo de tumor e, juntamente com a análise médica. O exame de colonoscopia realiza a retirada de uma pequena porção de tecido da lesão suspeita (biópsia), é realizada através de um aparelho colocado pelo reto.

Prevenção

  • Alimentação saudável, sendo rica em fibras e reduzida em gorduras animais;
  • Práticas de atividades físicas regularmente;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e tabagismo;
  • Realizar exames de sangue e colonoscopia, principalmente nas pessoas acima de 50 anos, sendo assim o diagnóstico será precoce e tratamento apropriado de pólipos;

O tratamento depende do estágio da doença, tamanho, localização e da propagação do câncer. Os tratamentos mais comuns incluem cirurgia para remover o câncer, quimioterapia e radioterapia.

A chance de cura está relacionada com a situação na qual o indivíduo foi diagnosticado, principalmente ao fato de ter ou não atingido outros órgãos (metástase).

Características como idade, ou performance status (meio com o qual o paciente faz suas atividades), tipo e localização do tumor também são fundamentais para uma estimativa de sobrevida. Se o tumor for descoberto no início, há mais de 90% de cura.