Notícias

Mulher sofre graves queimaduras em procedimento estético

Ana Azevedo, de 39 anos de idade, é maquiadora e mora em Minas Gerais. Ela passou recentemente pela pior experiência de sua vida, tudo porque se submeteu a um procedimento estético.

Ana disse que logo abaixo dos seus olhos, havia se formado uma área com uma certa flacidez que lhe incomodava. Então ela resolveu procurar ajuda de alguém com especialidade na área. Sendo assim, ela conheceu uma farmacêutica bioquímica, que prometeu um tratamento para suavizar as “bolsas” abaixo de seus olhos.

Ela disse que não imaginou que ali, teria início o seu pior pesadelo. O tratamento indicado pela “especialista”, foi um procedimento que não seria invasivo. Foi-lhe recomendado um jato de plasma, que assim foi feito.

A maquiadora relata que sofreu sérias queimaduras na área tratada, e que após um ano de tratamento, ainda sofre para recuperar toda a pele afetada. O procedimento é basicamente feito com um aparelho que libera pequenos jatos de plasma, de forma fracionada, com a finalidade de combater a flacidez das pálpebras, rugas e alguns tipos de verrugas.

Ana contou que o contato com a farmacêutica foi feito no fim do ano de 2020, e sua intenção era realizar um procedimento que apenas hidratasse sua pele e amenizasse as rugas e linhas de expressão. Porém foi convencida pela farmacêutica, de que o jato de plasma seria uma opção mais adequada.

Ela disse que chegou a perguntar sobre a segurança do tratamento, pois ela tem melasma e o jato de plasma é quente. A farmacêutica lhe assegurou que o tratamento oferecido por ela, seria muito mais seguro.

Ana relatou que logo após o fim do procedimento, sua pele ficou bastante irritada e vermelha, porém no dia seguinte foi pior. Ela contou que o rosto inchou muito, e ela não conseguia nem usar óculos, pois tudo machucava.

Ela teve que fazer outro tratamento sério, para se recuperar das queimaduras no rosto e chegou a tomar antibióticos. Segundo ela, a farmacêutica não admitiu que houve erro em seu procedimento, porém para evitar uma demanda judicial, foi feito um acordo entre elas e não houve cobrança de valores sobre o tratamento.