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Vidente posta suposta carta psicografada de Eliza Samudio que revela onde foi escondido o corpo da modelo

Um mistério pode estar prestes a ser desvendado. Isso porque, no último domingo (31), uma carta psicografada atribuída à modelo Eliza Samúdio pode encerrar uma importante questão sobre o caso: onde está o corpo da modelo que foi assassinada há 12 anos?

Segundo informações da médium Chaline Grazik, essa informação será revelada em breve. Grazik publicou uma carta que teria sido enviada pelo espírito de Eliza, que foi morta a mando do goleiro Bruno Fernandes. Segundo a vidente, o corpo de Samúdio teria sido jogado em um rio.

“Foi cruel, foi horroroso. Eu tentava pedir socorro, mas ninguém me ouviu. Meu pescoço doía tanto, apertaram, até faltar oxigênio no meu corpo. Mas, neste momento, meu espírito saiu imediatamente do corpo. Ficou perto de uma árvore de onde vi tudo o que fizeram comigo. De repente, veio um homem mal-encarado, de pele morena e camiseta vermelha. Naquele dia eu não sabia quem era ele. Mas eu conseguia ver tudo o que faziam comigo, uma sensação que eles tinham de pavor, que não sabiam o que fazer”, revela Grazik.

“Pareciam endemoniados. Nunca imaginei do que fossem capazes. Um dizia para o outro como esconder o corpo… Decidiram me jogar num rio, que lembro nitidamente, um rio fétido. Pegaram uma madeira com fiapos e me bateram muito, até que meu corpo ficasse no fundo. Eles tinham cara de apavorados, mas mesmo assim cometeram o crime. Eu vi tudo, senti tudo”, relata a carta.

Em junho deste ano o caso da modelo fez 12 anos. Eliza era ex-amante do goleiro Bruno Fernandes e também mãe do filho dele. Samudio, foi morta em Minas Gerais. Embora seu corpo não tenha sido encontrado, em janeiro de 2013 a juíza do Tribunal do Júri de Contagem, à época, na Grande BH, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, ordenou a emissão da certidão de óbito.

Segundo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a decisão, da qual não cabe recurso, afirmou que a causa da morte foi asfixia. Diante as investigações da Polícia Civil, Eliza desapareceu em 2010 aos 25 anos e era mãe de um menino fruto da sua relação com o atleta. Na época, criança ainda era um recém-nascido. Bruno era titular do Flamengo e não reconheceu a criança, mas um exame de DNA comprovou sua paternidade.

Condenação

Bruno foi sentenciado a 22 anos e 3 meses por assassinato e ocultação do cadáver, sequestro e cárcere privado de seu filho Bruninho. Passou 17 anos e 6 meses em regime fechado por homicídio triplo qualificado (por razões desajeitadas, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima), 3 anos e 3 meses em regime aberto por sequestro e cárcere privado e mais 1 ano e 6 meses para ocultação de cadáver.

A pena foi aumentada porque o goleiro foi considerado o mandante do crime, e reduzida pela sua confissão.